JW, é o novo nome do meu sítio. Escolhi este nome porque as palavras são a minha paixão, e este blog não passa disso, apenas algumas palavras que me dão o maior prazer e satisfação escrever.

08
Abr 11

Mais um dia difícil passa. Mais um dia sozinha. Mias um dia passado apenas na companhia dos meus medos, problemas e pensamentos.

Relembrando sinto-me grata por tudo o que já presenciei, por tudo o que já fizeram e não fizeram por mim ou a mim. Sou grata pelas amizades que vão e vêm. Pelas amizades que no final nos apercebemos que afinal não eram amizades porque se não, não tinham acabado. Sinto-me grata por ter feito algumas coisas mal, porque tive a oportunidade de aprender e de nunca mais fazer o mesmo.

Eu olho para um objecto que está no meu pulso que me foi deixado por uma pessoa muito importante para mim e chego à conclusão que nunca lhe disse que amava. O que aprendo eu com isto? Aprendo que só nos apercebemos que gostamos realmente de alguém quando as perdemos e, no final, não lhes dissemos que a amávamos. Então e aqueles que a quem sempre dissemos o que sentimos? Simples! Pode acontecer duas coisas: Uma. Pode sair da nossa vida e revelar-se a pessoa que não era e que afinal não gostávamos dela. Ou duas. Pode simplesmente ficar lá para nós. Abraçar-nos e dizer-nos com todas as letras que também nos ama e que ficará sempre por perto.

Eu? Eu não sou uma infeliz a quem a má sorte sorriu. Eu sou uma pessoa grata por ela me ter mostrado o seu sorriso lindo e falso. Porque graças a ela e a todas as suas armadilhas em que caí, hoje, sou alguém um pouco mais forte. Alguém que deixou de ser guiada por alguém, guiando-se apenas pela sua mente. Não deixando para trás o meu verdadeiro eu, nem os verdadeiros.

Outra coisa de que me apercebo é que mesmo todo o meio mundo sabendo de tudo o que se passa (sejamos sinceros, as histórias espalham-se. Mas infelizmente num efeito “telefone estragado”, tal como o jogo) ainda nos dizem: “qualquer coisa, estou aqui” ou algo do género. Agora sendo muito sincera, depois de tudo devo confiar? Não! Infelizmente sou incapaz.

Não me importo mais com o que pensam de mim. Não quero mais saber em que acreditam. Porque agora eu acredito em mim e em quem acreditou em mim. Porque agora a única coisa que interessa é sair deste buraco fundo e escuro em que me enfiei.

Posso estar a escrever palavras cheias de mágoa, mas estou com um sorriso na cara. Posso estar a ser ingrata para quem mostrou disponibilidade em ouvir o desabafo de uma coitadinha, mas não estou. Porque no fundo eu acredito na bondade inocente e falsa que se encontra no coração de todos nós. A vida é assim mesmo.

 

Sara António

publicado por Sara Rute às 23:53
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11
Mar 11

Estou sentada em frente ao computador a digitar letras sem sentido. Entregue às redes sociais como forma de entreter este tédio que me domina todos os dias. Sinto um leve aroma a maçã a entrar-me pelas narinas. É um pau de insenso que está a queimar. Um aroma suave e delicado que acalma o meu coração inquieto. Há muito tempo que não sei o que é estar feliz, que não sei o que é sorrir com vontade, não sei o que é estar sozinha, assim como não sei o que é estar acompanhada.

Por vezes sinto uma triste saudade do passado.

Um passado não muito distante. Um passado em que tinha a verdade comigo. Um passado em que não havia o bem e o mal. Um passado cheio de amor e amizade. Estou triste porque não posso voltar ao que era fácil, ao que era garantido.

Todas as manhãs acordava com vontade de viver. Agora acordo todas as manhãs sem vontade de nada. Cada vez é mais difícil. Cada dia que passa é um tijolo que se junta à barreira que é a impossibilidade em que se tornou a minha vida. Acordar de manhã é um sacrifício que faço, pois já não me dá prazer acordar. Mas que importa isso?

O meu presente, a minha nova realidade, está entregue ao desconhecido e falso caminho. Irrita-me o facto de cair em todas as armadilhas. Depois de sair de uma volto a iludir-me e caio noutra. Iludo-me com aquela bela imagem lá à frente que depressa é desfeita. Triste sina a minha. Triste sina de todos nós.

Deixo de sentir o aroma. O insenso já queimou todo, mas as chamas das velas ainda queimam. Aquele insenso representa a minha alma que já queimou toda, que já deu toda a sua vida, que já morreu. Mas as velas! As veles representam a força do meu coração que é como um incêndio que flagra cheio de coragem e determinação para chegar onde quero.

 

Sara António

publicado por Sara Rute às 23:55
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06
Mar 11

Estava eu sentada naquele banco de jardim, quando lá ao fundo avisto uma estranah figura que se juntava a um grupo de raparigas. Esta estranha rapariga dona de uma triste beleza. Não era era igual às outras que seguia, não sorria nem falava. Não é fácil disfarçar uma grande tristeza, mas ela parece ser uma profissional. As outras dizem-lhe algo e ela finge um sorriso. As outras não fazem a mínima ideia da tristeza que ela carrega no coração. Não são amigas. De certeza. Dou por mim a pensar que gostava de conhecer aquela míuda. Parece um fantasma. Está viva mas tem a alma perfeitamente morta. Não tem vontade de viver, mas também não tem vontade de morrer. Penso que se fosse eu não iria conseguir aguentar tal farsa, não iria querer viver. Mas ela não. Ela ali está a seguir a sua vida, a seguir aquelas estranhas miúdas monotonas que nada dela sabem, segue-as como se nada fosse. Esconde as lágrimas dos seus olhos assim como a dor no seu coração.

Aquela míuda não me sai da cabeça e não consigo para de a observar quando a vejo passar com aquelas raparigas. Noto que a cada dia que passa a sua alma se perde mais. Há uma pergunta que está a dar cabo de mim! “O que é que lhe aconteceu?”. Claramente ela não está envolta numa tristeza profunda porque assim quer e tenho a certeza que não é algo que dura desde há muito tempo.

Estou a chegar ao meu banco de jardim quando reparo na sua estranha figura esbelta. Não estava  acompanhada, tinha a cabeça afagada nos seus joelhos. Estava a chorar a pobre coitada. Cheguei-me perto dela e nada lhe disse. Sem a conhecer, mas com a sensação de que aquela alma precisava de mim, pus-lhe a mão no seu ombro e instântaneamente ele se abraçou a mim caindo num choro compulsivo que durou imensas horas.

Não falei com ela, não lhe perguntei o seu nome nem lhe disse o meu, e quando parou de chorar aquela estranha rapariga abalou para nunca mais se cruzar na minha vida. Com ela levou a minha amizade e dela fiquei com um pouco da sua tristeza porque percebi o porquê de ter reparado na sua solidão. Porque eu mesma estava enterrada numa triste solidão profunda. Sem nada, sem um sorriso, sem uma companhia, apenas com a vontade de chorar e a dor no coração.

Sara António

publicado por Sara Rute às 00:02
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04
Mar 11

Lá estava ela. Criança que fora, mulher que acabara de receber a licença de morte. Lá estava ela, sentada de joelhos encostados à cara, a chorar pela vida. Ela não compreendia como é que tudo poderia acabar em menos de trinta segundos, enquanto aquela horrível noticia saia da boca do homem de bata branca e roupa azul. Não compreendia porque toda a sua vida andava para trás naquele momento. Não tinha amigos, ninguém a amava, não tinha ninguém que lhe desse um abraço. E tudo isso era por sua culpa. Ela dera um passo em falso na sua caminhada para atingir o seu sonho e agora estava na triste caminhada da solidão até à morte. Como pode estar o Ser Humano no topo da cadeia alimentar? Como pode o Ser Humano ser considerado a criatura mais inteligente que existe no planeta? Se ele usa todas as capacidades maravilhosas que tem para o mal e não para o bem. Ele mata, ele humilha, ele ama e destrói esse amor. Ela nunca fora capaz de amar alguém, por isso não é amada. Sempre sonhou com a felicidade dela e dos outros, mas se os outros e ela não passam de um Ser Humano de que vale continuar a sonhar? Ser Humano é isso mesmo: nascer, crescer, fingir que se ama, dar à luz, matar e morrer. Do que vale ter sentimentos por alguém se ao mínimo passo em falso morre o sentimento dando espaço à solidão e à maldade. Agora? Agora está a chorar porque aquele homem de bata branca não passa de um Ser Humano que acabou de matar os seus sonhos porque sim, a sua vida iria ter um fim precoce.

Agora ao relembrar a sua vidam, chegara à conclusão que há muito perdera o brilho que tinha, porque afinal há muito que lhe tinham destruído a vontade de viver. O bicho que trazia agora, como sua companhia, alojado no seu cérebro não passava da arma carregada de balas que nunca teve coragem de segurar junto à cabeça para depois puxar o gatilho e terminar com a sua vida. O bicho era o seu novo amigo, aquele sítio cheio de camas com pessoas que traziam bichos nos seus corpos era a sua nova casa até dar o último suspiro.

Aquela rapariga que há bem pouco tempo sorria como se não houvesse amanhã morreu. Morreu no dia em que foi um Ser Humano e errou, ela morreu e não voltará a existir. Ela estava feliz porque o bicho lhe fará companhia até ao último dia. A morte da sua alma foi causada pela solidão que enfrentara e agora a causa da sua morte física seria o bicho que decidira morar na sua cabeça. Depois de deitada sozinha naquela cama, ligada a estranhos tubos que lhe mandavam líquidos para dentro do seu moribundo corpo, pensa no perdão que pediu milhares de vezes e que nunca lhe deram. Pensa no ódio que sentiu injustamente, pensa nos erros que cometeu, e nos Seres Humanos que fizeram parte da sua caminhada e que sempre foi deixando para trás porque não era capaz de preservá-los.

Uma forte dor de cabeça afasta o seu pensamento do passado e encaminha-o para o bicho. Bicho, este, que o homem de bata branca chama de câncro. A sua morte. O seu brilho perdido.

 

Sara António

 

 

PS: todo o conteúdo deste texto é totalmente fictício.

 

publicado por Sara Rute às 16:36
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25
Fev 11

Somos todos fruto do mesmo e o nosso Destino é igual. Nascemos do nada e ao nada regressaremos um dia, seja ele mais cedo ou na altura certa.

Dou por mim a pensar nisto enquanto reabro as minhas caixas de recordações antigas. Prendas, fotos, cartas, bilhetes, textos. Uma vida que deixei para trás, pessoas que deixei que saíssem do meu coração, mas que guardei com muito carinho naquelas caixas. Porquê? Porque sei que essas pessoas jamais voltarão a fazer parte da minha vida, apenas são recordações. Recordações boas e más.

Quando a uma certa altura da vida nos deparamos com uma nova realidade, apercebemo-nos o que perdemos ao longo desta e o que gostaríamos de recuperar. Apercebemo-nos que o melhor não é mostrar arrependimento por algo, mas sim lutar pelo perdão e pelo lugar numa bela caixa de recordações, seja a recordação boa ou má. Perguntamo-nos se como muita gente está na nossa caixa, nós estaremos na caixa de alguém. E mais uma verdade nos confronta: não fomos assim tão importantes. A voz da consciência é sempre mais forte e o arrependimento não quer ficar na caixa. O arrependimento precisa de ouvir um “estás perdoado” para que possa lá entrar e ficar.

 Não é fácil sentir arrependimento, não é fácil sentir que se está sozinho, mas acima de tudo é muito mais difícil ver as pessoas de que gostamos de costas voltadas. Sentir que estão a caminhar felizes em direcção ao futuro deixando-nos para trás no caminho, juntamente com pequenos cacos de vidro que são as nossas recordações conjuntas, como se elas não tivessem importância alguma. Pode não ter para elas, mas para nós são das recordações mais valiosas. E agora elas estão no chão feitas em pequenos cacos de vidro. Sentamo-nos, choramos, desesperamos e esperamos. Esperamos que uma delas volte atrás, perdoe e nos dê a mão. Mas tal não acontece. Esperamos que passe alguém que nos estenda a mão. Mas também não acontece. Apenas passam, olham e ao revirar os olhos vão ter com elas. Esperamos mais, mas desesperamos. Até que chega alguém que nos perdoa, que nos dá a mão, embora hesitante. Perdoa, ajuda, compreende, mas não é de novo nossa amiga. Até que partem para junto delas, apenas nos visitando de vez em quando. Não as censuramos. Fomos nós que erramos, não elas.

Por fim passa ela. Aquela pessoa que as vê lá ao fundo, mas que não precisam de ajuda nem de companhia. Ela vê-nos a nós e estende a mão, levando-nos com ela. Há muito que não caminhava-mos para o futuro, é difícil e nem sempre ela pode estar presente.

Caminhamos para junto delas à espera do perdão que teima em chegar. Pensamos porque é que não são capazes de perdoar, se todos nós erramos e é com os erros que aprendemos. É fácil recusar o perdão a alguém, mas um dia quando somos nós a errar também queremos o perdão.

 

Sara Rute

publicado por Sara Rute às 08:20
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09
Fev 11

As palavras são um conjunto de letras que servem para nos expressar-mos. Para mim, as palavras são a minha defesa, o meu esconderijo, são o conforto do meu coração, são a minha luta e o meu grande sonho.

Hoje reconheço que o facto de me esconder atrás das palavras, porque não sou forte o suficiente para ultrapassar os meus medos, é o meu grande erro. Viver no silêncio e na solidão é um dos maiores medos que habitam no meu coração, mas enquanto a saudade por alguém também nele habitar sei que a minha vida vai estar sempre iluminada pela esperança de voltar a ver quem de mim está longe, assim como obter o perdão de com quem errei.

O amor, uma palavra que raramente uso e que mal conheço, é uma palavra demasiado pequena para a quantidade de sentimento que carrega. Nem todos deviam ser dignos de dizer esta palavra, porque é demasiado sincera e pura para ser dita por alguém que não sabe o seu significado, e muito menos por alguém que não sabe dar valor a outros sentimentos de afecto. É verdade que o amor e o ódio são dois sentimentos que andam sempre de mão dada, isto porque é mais fácil odiar quem amamos do que odiar os outros. Mas não devia ser assim. O amor é um sentimento de compreensão, aceitação, verdade e acima de tudo um sentimento de perdão. Mesmo assim continua sendo mais fácil odiar do que perdoar.

Saber usar as palavras é saber ver para além do seu significado, é saber compreender e acima de tudo é saber enfrentar. 

publicado por Sara Rute às 09:27
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10
Jan 11

Estava eu vasculhar os meus textos, os meus desabafos quando me lembro que as publicava aqui. Aqui, o meu estimado blog a que tanto me dediquei e que do nada abandonei :(

Muita coisa aconteceu neste ano em que estive parada, a minha vida deu uma volta de 180º e hoje ao reler o que aqui postava para lerem deu-me uma vontade enorme de voltar ao activo com o meu blog.

Por isso não acho que vá voltar ao activo, tenho a certeza :D

Um grande beijo para todos e espero voltar a ter visitinhas e comentários da vossa parte :D

Um grande beijo

Sara Rute a.k.a. DarkSprit a.k.a. Dgirl

publicado por Sara Rute às 00:40
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02
Dez 09

 

Bem, hoje o meu post vai ser sobre um dos filmes mais esperados do ano, New Moon (Lua Nova) o segundo filme da saga Luz e Escuridão. Bem, eu sou uma pessoa que gosta de analisar tudo até ao mais escondido pormenor e é isso que vou fazer. Já devia ter escrito esta minha opinião há mais tempo, uma vez que fui ver o filme no domingo, mas o meu estado de saúde tem-me impedido, dai estar a fazê-lo só hoje. Em primeiro irei falar sobre os aspectos negativos do filme (na minha opinião) e os positivos. Mas, em geral o filme agradou-me imenso, e superou muito bem o 1º filme, Twilight (Crepúsculo).
Antes de mais quero avisar e salientar que este post contém muitos spoilers não escondidos. E que tudo o que vou dizer, de mau ou de bom, não é para ofender os fãs da saga, e apenas é uma opinião.
Em primeiro lugar, quero dizer que, como uma pessoa que sente mais a ler um livro do que a ver um filme, eu acho que o livro deste filme, está muito mais à frente do que o filme. Sinceramente, acho que a versão cinematográfica de Lua Nova, deixou algo a desejar em relação ao livro. Por exemplo, eu já li toda a saga umas 4 ou 5 vezes, e quando leio o Lua Nova, emociono-me sempre na despedida de Edward e Bella. Ao ver essa parte no filme achei que não foi nada de especial. Foi algo bonito e tocante, mas faltava ali alguma intensidade, mas esta cena também tem uma parte boa, mas já lá vamos. Em comentário com outras pessoas já ouvi dizer que foram muito cuidados em seguir o livro, mas eu não concordo, houve imensos pormenores que escaparam e que eu acho que poderiam ter incluído no livro. Houve também algumas cenas acrescentadas ao filme que eu não gostei assim como algumas que foram acrescentadas que acho que tiveram alguma relevância para a história. Mas voltando às cenas que acho que foram desnecessárias, vou dar um exemplo de uma cena um tanto decadente que, na minha opinião era desnecessária. Quando Edward, Bella e Alice são recebidos pelo Volturi, e Aro acha que Bella deve ser morta uma vez que sabe demais e Alice garantiu a Aro que Bella será uma vampira, Aro aproxima-se desta pega-lhe na mão e lê a mente de Alice para saber que ela não mente e é ai que vemos a aquela cena de Bella e Edward a correr todos felizes da vida na floresta. Ó por amor de Deus! Mas o que é isto? Tal como comentaram na sala de cinema quando deu tal cena: “parecem dois cabritos saltitantes”. Sinceramente, os dois estavam ridículos naquela cena. Acho que poderiam ter mostrado a tal visão de Alice mas com um pouco menos de “cabritice”.
Sinceramente não me ocorre nada de negativo mais para dizer. Aposto que tão aliviados.
Agora, em relação à parte positiva do filme. Algo que se sobressai é a melhora que houve em relação à acção e aos efeitos especiais do Twilight para o New Moon. A acção e os efeitos especiais de New Moon superam em força os do primeiro filme, o que me agradou mesmo muito. Uma cena de acção que amei foi a luta entre Paul e Jacob enquanto lobos, depois de Bella ter dado uma bofetada em Paul. Algo que me agradou imenso foi a intensidade, embora que tenha durado muito pouco, entre Sam e Emily, sem dúvida que os dois se amam mesmo, e é pena é eu não puder dizer mais do que isto uma vez que a história dos dois é mais explicado no Eclipse. Voltando à cena de despedida entre Edward e Bella na floresta eu adorei a intensidade que foi transmitida quando Bella começou a correr atrás de Edward e se perdeu na floresta. Foi sem dúvida uma das melhores e mais intensas cenas do filme.
Na minha opinião acho que Kristen teve uma grande prestação neste filme, e superou muito as minhas expectativas, não esperava que ela se representa-se uma bela depressiva tão bem. Realmente a actriz está de parabéns pela sua maravilhosa prestação. O Taylor também provou que é capaz de representar o Jacob revoltado, tenho a certeza que deixou todos os que duvidaram dele para representar o Jacob no New Moon de boca aberta. Outro actor que está de parabéns. Quanto ao Robert acho que estava particularmente mais branco do que no ultimo filme, neste filme houve uma aposta maior na maquilhagem, o que teve um bom impacto em certas personagens e mau impacto em outras. Mas é claro que o Robert está de parabéns, a cena de luta em que esteve envolvido na audiência com os Volturi foi muito boa e ele demonstrou uma vez mais que a sua prestação como Edward foi muito bem lhe empregue.
Em resumo, quero dizer que gostei do filme. Tem os seus pontos menos fortes, na minha opinião, mas os mais fortes superam os mais fracos e continua sendo um bom filme. Mas é claro, que não se compara ao livro. A sério, tenho que deixar de ler os livros e ir ver o filme a seguir, fico sempre desiludida.
 
 
 
Sara Rute

 

 

publicado por Sara Rute às 16:03
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27
Nov 09

Finalmente pessoal!

Depois de uma pequena crise de criatividade e inspiração finalmente nasceu o 4º Capitulo da minha fanfic.

Então sem muitas mais demoras, aqui fica o capitulo:

 

 

The dark side of Moon

4º Capitulo - Amo-te

 

Enjoy it!

 

publicado por Sara Rute às 18:40
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Olá pessoal da boa diverção!

No seguimento do post anterior, vim deixar este wallpaper que fiz para particpar num concurso de wallpapers no fórum Marmalade Boy Portugal. E decidi dedicá-lo à pessoa de quem falei no post anterior. Mas queria muito partilhar com vocês ^^ espero que gostem porque eu gosto imenso do resultado final  (não, eu não sou convencida, só que antes de alguém gostar dos nossos trabalhos temos que ser nós a gostar)

 

 

 

Guarda este wall aqui

publicado por Sara Rute às 14:01
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